Carteiras com Crochet Irlandês

Estas Carteiras são cobertas com a renda do Crohet Irlandês, requer uma certa prática já que não é uma técnica comum mas é muito prezerosa de se confeccionar. depois eu posto aqui a história desta técnica que resulta em peças lindas e únicas.

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Retomando: Dica do dia (Culinária)

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Pudim de leite com calda de caramelo

Ingredientes:

Calda
1 xícara (chá) de açúcar

Pudim
1 lata de Leite MOÇA® Tradicional
2 medidas (lata) de Leite Líquido NINHO® Integral
3 ovos

Calda: Em uma panela de fundo largo, derreta o açúcar até ficar dourado. Junte meia xícara (chá) de água quente e mexa com uma colher de cabo longo. Deixe ferver até dissolver os torrões de açúcar e a calda engrossar. Forre com a calda uma forma com furo central (19 cm de diâmetro) e reserve.

Pudim: Em um liquidificador, bata os ingredientes e despeje na fôrma reservada. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio (180°C), em banho-maria, por cerca de 1 hora e 30 minutos. Depois de frio, leve para gelar por cerca de 6 horas. Desenforme e sirva a seguir.
OBS:Para que o pudim fique com uma textura bem fina bata bastante no liquidificador.

DICAS: – É essencial que o pudim seja preparado em banho-maria para que asse de forma lenta e controlada, para atingir a textura ideal.
– Para que o seu pudim não forme furinhos, verifique se a temperatura do forno está regulada conforme indicação da receita. Leve a forma ao forno na grade superior, longe da chama.

Gente, esta é minha sobremesa favorita. beijos a todas

Fonte:http://www.nestle.com.br/site/cozinha/receitas/pudim_de_leite_moca.aspx

Desenho de Moda

Como lembrado por minha amiga Barbie (Cecília Falcão), no primeiro período do curso de design de moda tive como professora a queridíssima Karina Fernandes que me orientou na arte do desenho de moda. Claro que depois eu segui com meus passos e estilizei o manequim que recebeos modelos das roupas e aqui vou mostrar para vocês o resultato das aulas.

 

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Vanessa Montoro

A estilista Vanessa Montoro resgata as técnicas do crochet e do trico em peças delicadas e com requinte ao combinar pontos e tramas em seu atelier. Todas são feitas artesanalmente desde a fiação até a confecção que é feita ponto a ponto manualmente por artesãs habilidosas.

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São peças ecologicamente corretas uma vez que os fios seriam descartados da indústria de tingidos com corantes naturais.

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HISTÓRIA DO CROCHE
História do Crochê
Pouco se conhece dos primeiros idos do crochê, mas acredita-se que os primeiros trabalhos foram feitos com os dedos. Alguns teorizam que o crochê evoluiu de práticas tradicionais na Arabia, América do Sul ou China, mas não existe nenhuma evidência decisiva dessa técnica antes de sua popularidade na Europa durante o século 19. Os escritos mais velhos que se tem datam do ano de 1812 e a primeira receita de crochê publicada apareceu na revista holandesa “Penelope” em 1824.
No século 19 na França, Reino Unido e America , o crochê começou a ser usado como um substituto mais barato para as outras formas de rendas. O preço da linha de algodão industrial estava baixando, e apesar das rendas de crochê gastarem mais linha do que as rendas de bilro e outras, o crochê era mais rápido de fazer e mais fácil de ensinar.
Durante a Grande Fome Irlandesa, freiras Ursulinas ensinaram mulheres e crianças locais a fazer crochê. O trabalho delas eram mandados por toda a Europa e America e eram comprados pela beleza e também por questões caridosas para ajudar aquela população faminta.
Por todo o mundo, o crochê tornou-se uma indústria caseira em franca expansão, particularmente na Irlanda e Norte da França, sustentando comunidades cujo meio de vida tradicional foi devastado pelas guerras, mudanças da hábito nas fazendas , uso da terra e perda das colheitas. Mulheres e as vezes crianças, ficavam em casa e criavam peças do vestuário e da casa para ganharem dinheiro. Esses trabalhos eram comprados principalmente pela classe média emergente. Esses tempos fizeram o crochê ser estigmatizado como uma prática das classes baixas e não como uma técnica em si. Aqueles que podiam comprar rendas feitas por métodos mais caros desdenhavam do crochê como uma cópia barata. Essa impressão foi parcilamente desfeita pela Rainha Vitória que comprava renda de crochê irlandes e até aprendeu a crochetar. Crochê irlandês foi promovido mais tarde pela Madame Riego de la Branchardiere por volta de 1842 , que publicou gráficos e instruções de como reproduzir rendas de bilro e rendas de agulha via crochê, e muitas outras publicações de como fazer roupas de crochê com lã. Essas receitas eram variadas e complexas.
A moda no crochê mudou com o fim da era Vitoriana. As cores fortes desapareceram e surgiram as publicações com linhas brancas ou pálidas, exceto para as bolsas chiques feitas de linhas de seda brilhantes e miçangas . Depois da Primeira Guerra Mundial, poucas receitas de crochê foram publicadas, e a maioria delas eram versões simplificadas daquelas oriundas do começo século 20. Depois da Segunda Guerra, do começo dos anos 40 até o início dos anos 60, houve uma resurgência no artesanato, particularmente nos Estados Unidos, com muitos desenhos novos e imaginativos. Foram usados nessas receitas linhas mais grossas do que aquelas do período anterior e muitas cores variadas foram incluídas. A prática do crochê permaneceu primariamente uma arte da dona de casa até o fim dos anos 60 e começo dos anos 70, quando a nova geração popularizou os quadrados da vovó e incorporou cores vibrantes. Embora o crochê tenha declinado em popularidade nos anos subsquentes, o início do século 21 tem visto o interesse pelo artesanato em geral ser revivido, como também uma grande melhoria na qualidade e variedade das linhas. Existem muitas novidades em publicações e agora muitas lojas de linhas oferecem lições de crochê em adição as tradicionais lições de tricô.

Lembrar para recomeçar

Apresentação1

Desde pequena via minha mãe e minhas tias envoltas entre linhas, lãs, e tecidos dando forma a vários tipos de peças tanto do vestuário quanto peças para decoração da casa. Naquele tempo os enxovais das minhas primas que se casavam eram feitos a mão por minha tia  e cada uma recebia como presente uma toalha de crochê de minha mãe tão habilidosa nesta técnica. E assim fui crescendo. Minhas roupas eram confeccionadas pelas mãos de minha Tia Albinha que também é uma exímia cozinheira. Então peguei o gosto pela cozinha e pela arte de tecer e cozinhar. Minha avó, Dona Regina, sempre nos incentivou a mim a e a minhas  irmãs Danúbia e Diana. Aos 7 anos aprendi a fazer o crochê com minha mãe  e então quando fiz meus 10 anos fui presenteada com minhas primeiras agulhas de trico e minha professora não podia ser ninguém melhor que minha querida Tia Dinda, como era carinhosamente chamada pelos sobrinhos, desde então me apaixonei pela técnica. Fiquei encantada com meu primeiro sapatinho de trico. E as tranças que surgem com o dançar das agulhas? Parece mágica. e assim fui crescendo. De lá pra  cá foram muitas peças tecidas, algumas enviadas até pra muito distante. Hoje eu aprendi mais uma que também envolve a agulha e linha: o Frivolité este não aprendi na família, embora tenha todo incentivo da mesma. É uma técnica linda que envolve um jogo de nós e picôs resultando numa renda delicada. Enfim, este espaço irei dedicar a moda, a culinária e às artes manuais. não esperem que eu publique aqui páginas de revistas com trabalhos já publicados, mas sim idéias novas, dicas de como criar algo inovador. E assim começo minha jornada.

Bem vindo a todas que quiserem me seguir.